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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Poema do amigo



Silvio Brito


Amigo não tem dia, não tem hora, amigo é sempre agora
Amigo não tem jeito faz morada dentro do peito pela vida afora
Por um amigo se põe a mão no fogo sem receio de nenhuma dor
Amigos são parceiros de um jogo onde não há perdedor

Amigo é feito agulha no palheiro

É meio a meio e os dois inteiros
Amigo é sincero e dá de dez a zero na força do poder e do dinheiro

Amigo é aquele que nos representa em qualquer lugar

A gente estando ou não estando lá
Aliás, é como se a gente estivesse lá na figura do amigo

E é por isso que se diz que é difícil ter amigo

Pois ser amigo não é fácil não
E é por isso que se diz que lealdade não tem preço
E que amizade é o avesso da solidão

Num mundo tão doente de amores tão distantes

Amigo é uma espécie de transplante de coração
Amigo é feito um pai que se adota feito um filho
É o Espírito Santo um Anjo Guardião

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Pode me chamar de bobo


(Janeiro-2005)
José Wilson/Silvio Brito

Se alguém quiser
Pode me chamar de bobo
Por me apaixonar de novo
E entregar meu coração...

Se alguém disser 
Que amar é uma tolice,
Que o amo já não existe,
Nunca se apaixonou

O amor é um sentimento
Maior que o pensamento
Muda tudo num instante 
Me fez reascender a chama de viver
Muito mais feliz que antes

Se alguém disser, por medo 
De sofrer, fugir da dor,
Nunca vai sentir o que eu senti
Ao dar e receber amor

O amor é muito mais que uma paixão fugaz
Não se compra nem se vende.
É mais que um desejo sensual e passageiro
Só quem ama é que entende.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Charge - Tá todo mundo louco



   A charge é de Paulo J. Aiello, São Miguel Paulista, SP.
     Se você também é artista, mande seu trabalho para nós.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Canção do amor talvez


Para assistir clique AQUI!
Silvio Brito e Marysol
Tom: D

   D                Bm     Em       A7
O amor talvez é como o sol, nas trevas de alguém.
   D           Bm         Em        A7
O amor é dar abrigo, se a tempestade vem.
F#m                Bm       Em           A7
E quando tudo é escuro e a vida é solidão,
   Em            A7          D
O amor, é que ilumina o coração!

    D               Bm     Em              A7
O amor talvez é a janela, que a luz do sol nos traz,
    D                  Bm    Em           A7
Nos convida a olhar por ela, e mostra muito mais:
   F#m               Bm      Em          A7
E mesmo a quem não queira ver, o sol com sua luz,
   Em         A7             D
O amor suavemente ao sol conduz.

F#m                      Bm
O amor quem sabe é como a flor,
   G    A       D
Talvez o mal-me-quer…
   F#m                      Bm
Pra qualquer um, é gozo, é dor,
   G       A     D
É um jeito de querer…
   F#m              Bm             Em    A       D
Tem gente que até mesmo diz, que amou e é infeliz,
 F#m                    Bm       Em            A
E existe até quem se cansou, e nunca mais tentou.

   D             Bm          Em           A7
O amor talvez se faça, de conflitos de paixões,
     D                 Bm         Em          A7
Ou das cinzas que eram palhas, resquícios, ilusões.
    F#m              Bm        Em        A7
Mas se eu viver mil anos, e então recomeçar
  Em          A7                 D
Lutando pelo amor, vais me encontrar!

Farofa


segunda-feira, 11 de agosto de 2014